Aloimune • Imunologia da Reprodução

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linfocitos-paternos

11 de setembro de 2015

Linfócitos paternos

Revista: Arch Gynecol Obstet. 2004 Mar;269(3):161-72. Epub 2003 Dec 2.

Imunoterapia com Linfócitos e seu Provável Mecanismo na Manutenção da Gestação em Mulheres com Aborto Espontâneo Recorrente.

Autores: Manoj Pandey, Thakur S, Agrawal S.

Programa de Medicina Molecular, Clínica Mayo, Rochester, EUA.

Introdução: A maioria das mulheres com Aborto Espontâneo Recorrente (AER) de causa Aloimune, incluindo aquelas que compartilham antígenos dos leucócitos humanos (HLA) que impede a gestante de produzir os anticorpos citotóxicos anti-paternos, anti-idiotípicos e anticorpos bloqueadores da cultura mista de leucócitos. Um aumento da atividade das citocinas T Helper 1 (Th-1) e das células NK têm sido propostos de ser a mais importante causa Aloimune de AER. Foi proposto, após extensiva análise atualizada sobre o assunto, que a imunoterapia com linfócitos paternos exerce papel importante na prevenção das perdas gestacionais de causa Aloimune nas pacientes com AER. Esses parâmetros Aloimunes são suprimidos na imunoterapia bem sucedida, cuja resposta imunológica é semelhante à uma gestação normal.

Revisão e Discussão: Vários estudos demonstraram que a imunoterapia com linfócitos paternos causa elevação de anticorpos anti-paternos citotóxicos, anticorpos bloquedores e anti-idiotípicos e a inibição das citocinas tipo Th-1 e da atividade das células NK em mulheres com AER de causa Aloimune. Estudos tipo ensaios clínicos randomizados recentes demonstram que mulheres com AER submetidas ao tratamento com linfócitos paternos têm mais gravidezes bem sucedidas (68%) em comparação com o grupo controle que receberam linfócitos autólogos/terça parte de linfócitos/solução salina ou nenhuma terapia (54%), (p<0.02). Porém, quando analisados os estudos randomizados e não randomizados em conjunto, foi observado que 67% das mulheres com AER que receberam a imunoterapia com linfócitos paternos tiveram gravidezes bem sucedidas em comparação com 36% das mulheres do grupo controle (p<0.05).

Conclusão: Estes resultados confirmam o importante papel da imunoterapia com linfócitos paternos na manutenção da gestação em mulheres com AER.

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