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Histórias de Vida

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14 de julho de 2015

Bebê operado no útero completa 1 ano

Um garoto alegre, saudável e sempre disposto a um sorriso. Assim está Lucas Cauan Conceição Teodoro – bebê que foi submetido a uma cirurgia intra-uterina para correção de um defeito congênito -, em seu primeiro aniversário. O garoto completa 1 ano dia 1º de março, e sua recuperação pode ser computada no rol de sucessos da medicina. Lucas, que nasceu na 35ª semana de gestação, com 2,2 quilos, está agora com 8,8 quilos e, exceto pela ligeira hidrocefalia, se desenvolve como qualquer criança desta idade.

Mas, apesar da alegria com o desenvolvimento do garoto e da promessa feita na época da cirurgia, Kelly explica que o primeiro aniversário de Lucas não será comemorado com festa. “A situação está difícil. Não tenho como fazer uma festa para ele, apesar de querer muito. Prometi que, se ele superasse a cirurgia, faria uma bela festa no aniversário de 1 ano, mas infelizmente não tenho condições”, lamenta Kelly.

Ela explica que, há cerca de quatro meses, foi diagnosticado que Lucas estava com anemia profunda e precisaria tomar leite Nan HA, que custa R$ 38,00 a lata (dura de três a quatro dias). Como o produto é muito caro, Kelly conversou com o médico, que autorizou substituir o produto pelo leite Nan tipo 1 (passou para o tipo 2 agora), e acrescentar na dieta de Lucas verduras como beterraba e espinafre e outros ingredientes que contêm ferro.”Mesmo assim, o leite sai caro.

Precisei até vender o carrinho que ele ganhou para comprar o leite e mais fraldas”, conta. Kelly explica que teve também que desmamar o menino para que ele aceitasse a mamadeira com o leite especial.

Todo o tratamento de Lucas é feito por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), mas a família tem que arcar com as despesas de viagem e medicamentos. Lucas mora em Aguaí e tem consultas periódicas com pediatra, neurologista, urologista, aftalmologista e ortopedista na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), além de fazer fisioterapia duas vezes por semana em São João da Boa Vista. Tem ainda que tomar continuamente o antibiótico Cefalexina para prevenir infecção urinária. O remédio é fornecido na rede pública, mas, segundo Kelly, está sempre em falta em Aguaí.

“Depois da reportagem sobre os seis meses do Lucas, um laboratório mandou um lote do antibiótico. Mas o estoque está acabando. Deve durar mais uns 15 dias”, informa a mãe.

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