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Histórias de Vida

Conheça historia de casais que utilizaram o tratamento feito na Aloimune e realizaram o sonho de serem pais.
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14 de agosto de 2015

Nosso time completo

O nosso time agora está completo

Quando engravidei pela primeira vez, em março de 2006, nunca tinha passado pela minha cabeça que a gravidez poderia não ir adiante. Nem fiquei surpresa ou assustada quando a médica disse, ao fazer uma ultra-sonografia (na décima primeira semana), que o coração do bebê não estava batendo. Sou bióloga e, ainda assim, naquele momento cheguei a perguntar: “É assim mesmo? O coração pára e depois volta a bater?” Coloquei a médica em maus lençóis, pois ela precisou dizer com todas as letras o que estava acontecendo para que eu pudesse entender e começar a aceitar. Nem voltei para casa. Já fiquei internada para fazer a curetagem.

A partir daí, eu só pensava em descobrir a causa, embora todos (médicos, família e amigos) me dissessem que perder uma gravidez é mais comum do que eu imaginava. De repente, parecia que todo mundo já tinha passado por isso. Todos tinham uma história semelhante para contar. A minha segunda tentativa foi em dezembro do mesmo ano e frustou-se ainda mais cedo, na oitava semana. Dessa vez, a minha médica achou que seria melhor não fazer curetagem e todo o processo acontceu em casa, naturalmente. Enfim, já havia motivos suficientes para começar uma investigação.

Dei muita sorte quando encontrei a Dra. Sylvia Vianna Aragão, que iniciou os exames e me recomendou uma consulta com o Dr. Manoel Sarno na clínica Aloimune. A consulta durou mais de uma hora e eu tomei conhecimento do problema de aloimunidade e do tratamento. Eu e o meu marido decidimos confiar no tratamento, apesar de ninguém das nossas relações ter ouvido falar dele antes. Até mesmo os meus amigos médicos demonstravam desconfiança.

Fizemos muitos exames: cariótipos, investigação de trombofilias, de mutações e também o crossmatch, que deu negativo, o que indicava um excesso de compatibilidade com o meu marido, a provável causa do problema. Felizmente, o crossmatch seguinte, depois de apenas duas vacinas, deu positivo. Isso significava que poderíamos partir para uma próxima gravidez. Engravidei no mesmo mês, julho de 2007, e, além de quatro vacinas feitas com linfócitos do meu marido (uma por mês), tomei corticóide até a vigésima oitava semana e AAS durante toda a gravidez para evitar rejeição ao embrião (o meu FAN estava alterado). O tratamento foi muito rápido, muito mais do que eu esperava. Dr. Manoel Sarno tinha explicado que, caso o crossmatch não fosse positivado com vacinas feitas com linfócitos do meu marido, eu precisaria de um doador. Ansiosa como estava, já tinha até definido doadores e pedido que começassem a fazer os exames necessários. Ainda bem que nada disso foi preciso.

Contando essa história agora, fica parecendo que foi tudo muito tranquilo, mas não é verdade. As minhas duas perdas gestacionais foram sofridas pela família inteira. Precisei me concentrar muito na necessidade de manter a paz e a alegria na minha casa para não ficar deprimida. A decisão de fazer o tratamento na Aloimune foi difícil porque significaria um grande investimento emocional e também financeiro. Como nos disse Dr. Manoel Sarno, os custos foram como se já tivéssemos um bebê em casa. A tensão foi grande, principalmente porque tive um pequeno sangramento no terceiro mês de gravidez, o que exigiu repouso e o uso de progesterona. Dá para imaginar a nossa apreensão…

O nascimento da minha filha me pegou de surpresa na trigésima sexta semana. Para completar a saga, ela nasceu muito abaixo do peso normal e ficou 33 dias na UTI Neonatal. Foi muito cruel receber alta e ir para casa sem o meu bebê. Foi também muito difícil passar todos os dias amamentando no hospital sem poder me recuperar da cesariana como deveria.

Fico sempre pensando que se tudo isso tivesse acontecido há alguns anos, eu certamente não teria conseguido ter a minha filha. Tive muita sorte de encontrar uma médica bem informada que me encaminhou para um especialista. Também foi sorte poder consultar esse especialista na minha cidade, quando existem poucos médicos trabalhando com imunologia da reprodução no país. Considero, ainda, muita sorte ter contado com a disponibilidade e coragem do meu marido para enfrentar tudo isso junto comigo, para se dedicar a formar o nosso time que, agora, está completo.

Goia

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