Aloimune • Imunologia da Reprodução

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Imunologia de Reprodução

A Imunologia da Reprodução estuda ainda as causas autoimunes (imunidade a si próprio). As causas autoimunes são reconhecidas a partir da detecção de autoanticorpos. Não há necessidade de encontrar doença autoimune ativa.
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Você não deve desanimar ao escutar:

  • Você foi infeliz desta vez, tente novamente.
  • É a vontade de Deus, você pode adotar um filho.
  • Era para ser assim.
  • O bebê era anormal.
  • O corpo sabe quando um bebê deve ser rejeitado.
  • Na próxima vez usaremos mais progesterona.
  • Se você aborta frequentemente tentaremos FIV.
  • Na próxima vez tentaremos ovodoação, seus ovos estão muito velhos.
Imunologia de Reprodução
Quando a mulher se torna grávida, o embrião contém metade das informações maternas e metade de origem paterna. É preciso que ela reconheça essasinformações (antígenos de superfície HLA) como estranhas e produza anticorpos que irão bloquear a resposta imune no útero, diminuindo a rejeição ao embrião. Esta causa de aborto habitual é conhecida como aloimune (imunidade a outro indivíduo). Essa causa de aborto habitual é conhecida como aloimune (imunidade à outro indivíduo).

A Imunologia da Reprodução estuda ainda as causas autoimunes (imunidade a si próprio). As causas autoimunes são reconhecidas a partir da detecção de autoanticorpos. Não há necessidade de encontrar doença autoimune ativa. Apenas a presença destes anticorpos no sangue materno é capaz de causar aborto de repetição. Existem ainda autoanticorpos que alteram a coagulação do sangue, formando pequenos coágulos. Essa condição é conhecida como Síndrome Antifosfolípide e seu diagnóstico é feito com a dosagem dos anticorpos antifosfolipídicos (principalmente a anticardiolipina e o anticoagulante lúpico).

Utilizando testes específicos, vamos identificar casais que podem estar concebendo normalmente e abortando, bem como aqueles que concebem com fertilização in vitro, mas não conseguem levar a gravidez adiante.

A Aloimune Imunologia da Reprodução irá delinear um protocolo de tratamento que induzirá a resposta imunológica apropriada na mulher, resultando em uma gravidez com sucesso. Uma vez estabelecida a gestação, a gestante será seguida paralelamente por seu obstetra e nossa equipe.

O Programa de Imunolgia da Reprodução foi estabelecido pelo Prof. Dr. Alan Beer, na Finch University of Health Sciences, Chicago Medical School em 1987. Dr. Beer se especializou no tratamento de infertilidade, falhas de implantação e perdas gestacionais recorrentes. No Brasil, o Programa foi trazido pelo Prof. Livre Docente da Unicamp Ricardo Barini em 1993, após treinamento com Dr. Beer. Em abril de 2005, iniciam-se as atividades da Aloimune Imunolgia da Reprodução, sob responsabilidade do Prof. Manoel Sarno, com consultoria do Prof. Dr. Ricardo Barini.

A Imunologia da Reprodução divide os Problemas Imunológicos em Categorias.

Há cinco categorias de problemas Imunológicos que podem causar aborto, falhas em reprodução assistida e infertilidade.

Categoria I
Fator Aloimune.

Casais que compartilham o HLA-DQ alfa.

Falta ou produção insuficiente de anticorpos bloqueadores para a gravidez e a evolução é o aborto.

O tratamento para esta categoria é a Imunoterapia com Linfócitos Paternos.
Categoria II
Síndrome Antifosfolípide e Trombofilias Hereditárias

Para o desenvolvimento da placenta e nutrição do embrião, é preciso uma conexão entre as células do embrião (trofoblastos) e da mãe (decídua).

Esta interação acontece por substâncias na superfície das células que se chamam fosfolípides. Se houver anticorpos antifosfolipídicos, esta interação não acontece de forma saudável, o que pode dificultar a manutenção da gestação. Há ainda uma tendência a formação de pequenos coágulos que dificulta a nutrição do embrião.

Isto pode ocorrer também quando há alterações genéticas que predispõe a formação destes coágulos. Estas alterações genéticas são conhecidas como trombofilias hereditárias. As mais importantes são: deficiência da Antitrombina III, da proteína C e S, as mutações dos genes da protrombina, do fator V de Leiden e da enzima metileno tetrahidrofolato redutase.

O tratamento para este problema é uso da aspirina infantil e Heparina.
Categoria III
Fator Autoimune

Presença de anticorpos contra o DNA ou produtos de degradação do DNA e isto se reflete em um resultado positivo para o Fator Anti-Núcleo (FAN).

O tratamento é a utilização de antiinflamatórios em baixas doses, como a Prednisona e Aspirina infantil.
Categoria IV
Anticorpos antiespermáticos.

O tratamento é inseminação artificial intra-uterina.
Categoria V
Atividade das células NK elevada.

O tratamento é com Concentrado de Linfócitos Paternos e, caso a atividade dessas células continuem elevadas após sua administração, recomenda-se o tratamento com Imunoglobulina venosa (IgGIV).

Se você teve que se submeter a uma curetagem uterina, deve dispor de blocos de parafina com tecidos (placenta) que foram extraídos na curetagem no Departamento de Patologia do Hospital onde foi atendida. Realizando teste de imunopatologia pode ser determinado se a perda da gestação ocorreu por uma das cinco categorias de agressão imunológica. Este teste economiza dinheiro e elimina muitos dos exames de sangue que seriam necessários para diagnosticar um problema imunológico.

Se você já teve duas ou mais perdas gestacionais ou falhas em programas de reprodução assistida (fertilização in vitro com transferência de embriões), pode apresentar alterações imunológicas responsáveis pela infertilidade.

Solicite ao seu médico uma opinião sobre a Imunologia da Reprodução, ou entre em contato pelo telefone 71-32350958 ou pelo e-mail aloimune@aloimune.med.br.

Caso procure um obstetra, sugiro um dos profissionais listados no site. Eles têm experiência no assunto e já tiveram oportunidade de acompanhar casais com estes problemas.

Para facilitar seu atendimento, recomendamos que traga um resumo de seu histórico e cópias dos resultados de exames já realizados. É importante também a presença do parceiro na avaliação imunológica.
Mecanismo do Aborto Os exames necessários para uma avaliação complementar das causas do abortamento de repetição e falhas em ciclos de fertilização in vitro.
PARA O CASAL • Prova cruzada (crossmatch)
• Tipagem sangüínea: ABO e Rh
• Cariótipo de sangue periférico com bandas
• Sorologias para HIV I e II, HTLV I e II
• Pesquisa de HbsAg e anti-HCV
• Sorologia para Chagas e Sífilis (VDRL)
PARA A PACIENTE • Pesquisa de anticardiolipina e anticoagulante lúpico
• Fator antinúcleo (FAN)
• Antiperoxidase tireoideana e antitireoglobulina
• Pesquisa de Mycoplasma e Chlamydia no colo uterino
• Pesquisa de Streptococus beta hemolítico no colo uterino e na secreção vaginal
• Sorologia para toxoplasmose e citomegalovírus
• Prolactina sérica
• Glicemia de jejum e pós-prandial
• TSH e T4-livre
• Teste de Coombs indireto
• Dosagens de antitrombina III e das proteínas C e S
• Dosagens das células NK (CD-3, +16, +56)
• Pesquisa da mutação do gene do fator V de Leiden
• Pesquisa da mutação G20210A do gene da protrombina
• Pesquisa da mutação C677T do gene da metileno tetrahidrofolato redutase
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